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O Projeto Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas é um grupo formado por voluntários, que realiza um trabalho sem fins lucrativos, de visitas a Instituições que cuidam de crianças, idosos, portadores de necessidades especiais e escolas. Nas principais atividades desenvolvidas pelo Projeto se enquadram a TAA (Terapia Assistida por Animais), AAA (Atividade Assistida por Animais) e EAA ( Educação Assistida por Animais).

Em todas as visitas contamos com uma equipe multidisciplinar de profissionais da área de saúde e de voluntários que realizam um trabalho sério e consistente, onde é oferecida a oportunidade de entretenimento, motivação, informação, educação e benefícios terapêuticos por meio do contato com os animais, visando sempre a melhoria na qualidade de vida e mudança na rotina de vida diária.

O Projeto conta hoje com um staff de 23 cães e uma calopsita, que realizam diversas atividades com pacientes, assim como contato direto com o animal; exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade tanto fina quanto global dos pacientes. Fazem parte do quadro de exercícios: escovação; exercícios com arco; exercícios de estimulação usando o boliche e o futebol; além de apresentação de agility e show dog.

Objetivo

O objetivo principal de nosso trabalho é, por meio da interação homem-animal dentro da Atividade, Educação e Terapia Assistida por Animais, promover e proporcionar os benefícios dos efeitos terapêuticos dos animais em prol da melhoria da saúde física, emocional e mental dos assistidos.

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quarta-feira, 15 de maio de 2013


Enquanto os hospitais do Rio de Janeiro, deixam de utilizar a Pet Terapia como um meio auxiliar de tratamento a seus pacientes, as casas de reabilitação vêm abrindo cada vez mais espaço, utilizando animais como facilitadores das atividades realizadas pelos profissionais da área de saúde e, com isso, conquistando cada dia mais adeptos. Já é comprovado cientificamente que idosos, portadores de necessidades especiais, autistas, além de crianças e adultos com depressão podem obter avanços no quadro clínico geral graças ao contato com os animais.
O Projeto Pelo Próximo, que utiliza a pet terapia em várias Instituições do Rio de Janeiro, realiza esse trabalho filantropicamente há cerca de quatro anos em casas geriátricas e de reabilitação. 


“– Nosso trabalho visa auxiliar o profissional da área de saúde, e para isso, levamos o animal devidamente preparado para esse tipo de atendimento. As grandes vantagens dos animais são seu amor incondicional, sua capacidade de adaptação e, principalmente, o fato de jamais julgarem.Geralmente, nossas visitas acontecem nos finais de semana, mas a procura tem sido tão grande, que este ano passaremos a realizar também atendimentos durante os dias da semana” - explica Roberta Araújo, coordenadora do Projeto.


Para a psicóloga e psicoterapeuta do projeto Janice Moraes, o auxílio de um animal terapeuta é fundamental para uma resposta imediata do assistido, seja ele uma criança, adolescente, adulto ou idoso.


"A interação entre os dois é instantânea, com isso, produz-se uma resposta muito rápida aos estímulos, sejam estes físicos ou cognitivos.Na prática clínica, muitas vezes, a formação do vínculo entre o terapeuta e o paciente somente é estabelecida após semanas, algumas vezes até em meses. Na TAA (terapia assistida por animais) todo esse processo é encurtado, sendo o cão um excelente facilitador do vínculo entre o terapeuta-paciente. Essa resposta muita rápida aos estímulos, se dá pela identificação entre o paciente e o cão. A pessoa pode estar fragilizada, por exemplo, por conta de um processo depressivo, e o cão com a sua ausência de julgamento, compreensão, ternura, carinho e acolhimento, consegue fazer com que ele se sinta melhor, e com isso, consiga verbalizar sobre o que o está afligindo. Os resultados são muito positivos e altamente motivadores, e isso faz com que cada vez mais tenhamos vontade de continuar com este trabalho e disseminá-lo por todo o Brasil.". - afirma


O grupo é formado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da área de saúde e de voluntários que realizam um trabalho onde é oferecida a oportunidade de entretenimento, motivação, informação, educação e benefícios terapêuticos por meio do contato com os animais, visando sempre à melhoria na qualidade de vida e mudança na rotina de vida diária. Nas principais atividades desenvolvidas se enquadram a TAA (Terapia Assistida por Animais), AAA (Atividade Assistida por Animais) e EAA (Educação Assistida por Animais).


O Projeto conta hoje com um staff de 20 cães co-terapeutas e duas calopsitas que realizam atividades com pacientes como: o contato direto com o animal; e diversos exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade tanto fina quanto global dos assistidos. Fazem parte do quadro de exercícios: escovação, exercícios com arco, exercícios de estimulação usando o boliche e pequenas apresentações de agility e show dog. O objetivo principal do trabalho é, por meio da interação homem-animal dentro da Atividade, Educação e Terapia Assistida por Animais, promover e proporcionar os benefícios dos efeitos terapêuticos dos animais em prol da melhoria da saúde física, emocional e mental dos assistidos.


Para as crianças, há ainda o "Pet Health" (onde os cães viram os pacientes e as crianças, tornam-se os médicos), apresentações de teatro, atividade de leitura, desenho, pintura e jogos para estimular a cognição, e principalmente, para despertar nas crianças o respeito aos animais e a posse responsável.
A assistente social, Rita de Cássia Ribeiro,especialista em Gerontologia e Psicogeriatria e proprietária de uma casa geriátrica, com idosas portadoras de Alzheimer, Diabetes e Depressão acompanha o projeto há 3 anos. Atualmente, ela faz parte da equipe multidisciplinar do projeto e é uma das maiores incentivadoras do trabalho de terapia com animais em Congressos e Seminários de Geriatria por todo o Brasil.


– “Durante esse tempo, pude observar a melhora das internas da Pousada Residencial com as visitas mensais dos animais co-terapeutas. A fisioterapia, com a utilização de animais, torna-se mais ágil e alegre, facilitando a execução de atividades que podem ser utilizadas na rotina de vida diária: escovação do pelo - pentear os cabelos, pegar um copo de água; arrumar a bandana - ajeitar a roupa; fixar adornos no pelo do animal – abotoar a blusa ou fechar o zíper. Acho uma pena, que no Rio ainda exista tanto preconceito em levar o benefício dos animais aos pacientes que estão nos leitos dos hospitais. Falta conhecimento dos profissionais da área de saúde, vivência e abertura para aceitar atividades diferentes que podem também melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Os animais para entrarem nesses locais passam por uma assepsia rigorosa, aliás existe todo um protocolo de saúde a ser seguido pelos tutores dos animais co-terapeutas.” - afirma.


O Projeto conta com o patrocínio da empresa Bayer, que fornece os produtos para o controle completo contra ectoparasitas, que são aplicados mensalmente nos animais.
Para saber mais sobre o projeto ou agendar uma visita em uma Instituição visite o site www.peloproximo.com.br ou blog www.peloproximo.blogspot.com.br


Como seu animal pode se tornar um cão de terapia?


Para participar da seleção o cão precisa ter acima de um ano, ser castrado, não apresentar agressividade, interagir com outros animais, com idosos e crianças e estar com a carteira de vacinação em dia. Os cães selecionados passam por testes onde são realizadas simulações de visitas, testes que envolvem barulhos, insegurança e convivência. Após essa etapa, os animais aprovados nos testes, passarão por uma rigorosa avaliação veterinária e seus proprietários deverão apresentar a carteira de vacinação atualizada, exames de sangue, fezes, urina dentro de um período máximo de seis meses e um atestado de saúde fornecido pelo veterinário de cada animal. Os cães selecionados receberão controle antiparasitário e estarão aptos para participar da próxima fase classificatória, que consiste em serem integrados ao grupo para a realização de três visitas em instituições. Após essas visitas, onde os cães serão observados nos mínimos detalhes, caso sejam aprovados, terão direito ao ingresso na equipe de voluntários do projeto.

Fonte: http://www.scientific.com.br/

É possível que durante algum tempo a evolução na qualidade do contato com pacientes em hospitais não tenha sido equivalente aos inúmeros avanços científicos das áreas da saúde. Mas hoje em dia os melhores hospitais mantêm um constante aprimoramento em busca do atendimento adequado. O atendimento hospitalar precisa ser humano.
A humanização do atendimento não começa a ser praticada da noite pro dia. Como qualquer organização, pública ou privada, composta por pessoas e com uma cultura própria estabelecida, o hospital precisa se preparar para mudanças nos costumes e atividades da sua rotina. Por exemplo, a decisão de permitir que pacientes recebam a visita de seus animais de estimação pode gerar algum receio por parte de pessoas que têm alguma alergia, trauma ou simplesmente não estão acostumadas a conviver com animais domésticos em hospitais. A instituição deve ter subsídios para justificar sua decisão, a fim de tranquilizar todos os pacientes, e se preparar para novas exigências, assegurando a existência de procedimentos bem definidos e uma cultura de controles internos sólida, mitigando qualquer risco que possa comprometer a qualidade em todos os detalhes do atendimento. Isso requer treinamento e disciplina de todos os profissionais envolvidos. Para que se tenha uma ideia, foram necessários três anos de testes para que a direção do hospital Albert Einstein conquistasse as credenciais para permitir a entrada de animais de estimação nas suas instalações.
Mesmo nos Estados Unidos, onde tal prática é mais comum, os hospitais que a realizam representam a minoria. Eles apresentam políticas variadas entre si, o que é absolutamente normal se considerarmos as diferentes culturas organizacionais, mas há um consenso quanto a algumas regras. Por exemplo, é indispensável a apresentação de um atestado veterinário confirmando que o animal está saudável e com as vacinas em dia. Em qualquer hospital, nos corredores os cães devem ser conduzidos na guia e os gatos transportados em caixas apropriadas. Nos quartos compartilhados, é necessário o expresso consentimento de todos os internados.
Um estudo encontrou bactérias comumente causadoras de infecções hospitalares em cachorros que visitaram pacientes internados. Na realidade, as bactérias teriam sido transmitidas aos cães dentro do hospital. Esta pesquisa foi realizada em um hospital que pratica terapia assistida por animais, conhecida como Zooterapia. Nos Estados Unidos este tipo de tratamento é feito há algumas décadas. No Brasil, foi introduzido em 1997, por meio do projeto Pet Smile, liderado pela médica veterinária e psicóloga Dra. Hannelore Fuchs, cuja tese de doutorado explorou o significado psicológico do animal de estimação.
A companhia de animais a pacientes internados e seus impactos é um tema ainda pouco explorado cientificamente. Mas há uma pequena pesquisa realizada em 2010 na Virginia Commonwealth’s Center for Human-Animal que verificou efeitos positivos, como relaxamento e redução da pressão arterial e dos níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse). Os autores sugerem a replicação deste estudo com amostras maiores, para confirmação deste resultado. Mas depoimentos de pacientes e familiares confirmando os benefícios da interação com animais de estimação não faltam.

Quando os filhos foram embora, o companheiro faleceu, a aposentadoria chegou — pode ser o momento de adotar um pet. Os bichos são uma fonte de amor incondicional e companheirismo, além disso, representam uma "preocupação saudável". Hoje em dia, o papel afetivo das mascotes é reconhecido, inclusive, por psicólogos. 

Quando os filhos saem de casa, muitos pais se sentem desmotivados. A esteticista Áurea Figueira, 74 anos, sempre gostou de animais, mas foi a solidão que a levou a adotar três cachorrinhos da raça pinscher. "Os filhos já estavam crescidos e vi nos animais uma maneira de preencher meu tempo", diz. No fim das contas, Áurea se separou do marido, os filhos se casaram, os pinchers morreram e ela não tardou a comprar outro pet, um poodle. Agora é Beethoven seu amigo de aventuras. "É bom saber que existe um ser interessado na gente", confessa. 

A chamada síndrome do ninho vazio chega assim que os filhos crescem e vão morar sozinhos. Os pais se sentem tristes durante um tempo, mas é uma melancolia com hora para acabar. "A síndrome é explicada não só pela ausência do filho, mas pelo fim de um ciclo. O casal precisa se adequar a uma nova ordem familiar", explica o psicólogo Lucas Bezerra. Nessa fase, adquirir um pet pode ajudar, no entanto, não resolverá problemas conjugais. Segundo Bezerra, muitos casais usam os filhos como artifício para esconder problemas da vida a dois. A indicação do psicólogo é nunca descuidar da relação homem-mulher. 

Se a tristeza continua, pode evoluir para uma depressão. "Nas mulheres mais velhas, a menopausa tende a piorar o quadro, pois mina a autoestima delas", comenta o especialista. A personalidade de cada um também interfere no modo como a situação é encarada. Mesmo que a separação seja previsível, os pais costumam sofrer. "Outros fatores também podem intensificar esse estado de tristeza, como o motivo pelo o qual o filho está saindo ou o tipo de relação do filho com os pais, no caso de pais superprotetores", observa Bezerra. Não à toa, alguns filhos, sabendo da solidão dos pais, os presenteiam com um pet. É o caso da aposentada Ana da Silva, que ganhou do filho a cachorrinha Pandora. O presente veio assim que o marido de Ana faleceu, há seis anos. "Digo que ela é minha amiga, e tenho o maior prazer em cuidar dela", comenta. 

A adoção de um animal em períodos de separação e luto favorece a comunicação e atua como redutor da ansiedade. A psicóloga Karen Thomsen trabalha com terapia assistida por animais (TAA) há sete anos e explica como a presença do animal ajuda em momentos difíceis. "O pet desenvolve em nós maior sensibilidade, responsabilidade e respeito pelo próximo. É, comprovadamente, benéfico para nossa saúde — reduz a pressão arterial, melhora a imunidade e nos mantém calmos e alegres", afirma Karen. Esse convívio pode, inclusive, aumentar os níveis de serotonina e oxitocina, hormônios responsáveis pelo bom humor e pelo amor materno. 

Os benefícios vão além das questões psicológicas: ter um pet proporciona também saúde física. Ao sair com o cão para passear, o dono acaba se exercitando. "No caso de idosos, os bichos representam ótima companhia e motivação para viver. O idoso passa a ser um cuidador", observa a psicoteraupeuta. As mascotes facilitam, inclusive, as relações sociais. "Ao sair para caminhar com o cão, o idoso também conhece novas pessoas", ressalta Karen. 

A terapia assistida por animais é uma técnica usada por profissionais da área da saúde que escolhem animais treinados para auxiliar na reabilitação e tratamento de seus pacientes. Algumas raças são mais indicadas para a convivência com pessoas idosas. O labrador, por exemplo, é um cão muito dócil, que pode ser treinado para guiar deficientes visuais. Entre os gatos, o persa se destaca, pois é caseiro, tranquilo e adora receber carinho. 


Como os animais ajudam os donos 


- Eles reduzem a ansiedade e a depressão 

- Melhoram a autoestima 

- Desviam o do foco da dor física e/ou emocional ao propiciar a retomada de boas lembranças 

- Facilitam a expressão emocional e a comunicação 

- Promovem a capacidade funcional nas áreas cognitiva e motora de uma forma lúdica 

Fonte: Blog Mais Bichos

A nova  da rede Starbucks, localizada no bairro do Itaim Bibi, em , possui um dedicado aos animais de estimação dos clientes. A área pet conta com um bebedouro e serve para abrigar os cães enquanto os donos tomam seu café. A nova unidade é a primeira da rede a contar com o .
 possui um deck externo, para quem prefere ficar em mesas ao ar livre. Do lado de dentro, o ambiente segue decoração vintage com a imagem de uma máquina de café antigo e uma foto da primeira loja da rede em Seattle.

Fonte: PetRede
Batizada de Pipoca, a “cadela terapeuta”, que vive no Centro de Convivência do Idoso, auxilia no desenvolvimento psicológico e físico dos moradores


Os benefícios que um bicho pode trazer ao ser humano são inúmeros. Prova disso, é a Terapia Assistida por Animais (TAA), uma excelente alternativa para melhorar o desenvolvimento psicológico e físico de pacientes. Pensando nisso, a Ong Liga de Ordem para Bichos Órfãos – LOBO doou no fim do ano passado, a cadela Pipoca, de 3 anos, uma SRD (sem raça definida), com traços de Golden Retriever. Castrada, dócil e tranquila, ela tem sido uma influência motivadora na qualidade do tratamento de mais de 14 idosos do Centro de Convivência, localizado em São Desidério.

 “Os antigos tutores de Pipoca a deixaram no abrigo da LOBO por motivo de mudança, a maior justificativa apresentada para os inúmeros abandonos de animais. Certo dia, fui procurada pela médica voluntária do Centro de Convivência do Idoso de São Desidério. Segundo a mesma, havia um gato que morava neste local, mas que acabou sumindo, o que terminou por deixar os idosos bastante tristes. Como gatos perambulam mais, ela sugeriu então levar um cão para viver dentro do Centro. Naquele momento, pensei justamente em Pipoca, por ser tão mansa – ela morava no gatil da Ong”, explicou a sócio-fundadora da LOBO, Janete Lauck.
 Segundo Lauck, Pipoca se chamava Hanna, mas depois que foi morar no Centro de Convivência do Idoso, passou a ser chamada assim, pois uma das idosas possuía uma neta com o primeiro nome do animal. Pipoca, a “cadela terapeuta”, recebe todos os cuidados veterinários, além de ser adorada pelos idosos.
 Segundo a diretoria do Centro de Convivência do Idoso, o principal objetivo da adoção da cadela foi a ressocialização dos moradores do espaço, bem como o estímulo físico e mental. Uma TAA trata-se de um processo terapêutico no qual um animal é parte integrante do tratamento. As sessões são dirigidas por um profissional de saúde, com objetivos específicos e com a finalidade de promover melhorias no funcionamento físico, social, emocional e/ou cognitivo dos pacientes.
 Diversas pesquisas pelo mundo dão conta dos valiosos benefícios da relação paciente e animais. Uma delas afirma que a TAA diminui a percepção da dor e ansiedade, aumenta o nível de endorfina, ajudando a minimizar os efeitos da depressão, atenua a solidão, melhorando consideravelmente o comportamento social e aumentando o desejo de lutar pela vida.
 Conforme a diretora do Centro de Convivência do Idoso, Valbenia Moreno, a cadela alegrou o ambiente e vem contribuindo para suprir a carência afetiva dos moradores. “É fácil perceber a amizade e o carinho dos idosos com Pipoca. Muitos não recebem visitas de parentes ou amigos. Então, através do convívio com esse animal, eles dão e recebem amor”, destacou Moreno.


 SERVIÇO
LOBO – Rua do Bambuzinho, nº 120-A, Loteamento Maria Percília (próximo a garagem da Real Expresso e da antiga boate Emporium), saída para Brasília.
Telefones: (77) 9975-2338/9912-942/9161-7445

Fonte: Gazeta do Oeste

Os cães, em especial, ajudam a reduzir a pressão arterial e colesterol, aponta pesquisa


Seu amigo de quatro patas pode ser mais do que um companheiro - ele também é um aliado da saúde do seu coração. É o que afirmam especialistas da American Heart Association, no artigo publicado online em 9 de maio, na revista Circulation.

Os membros do órgão basearam sua declaração em dados retirados de uma série de estudos relevantes. Segundo os cientistas, os bichos de estimação estão fortemente associados com a redução de fatores de risco para doenças cardíacas, como hipertensão, níveis elevados de colesterol no sangue e obesidade. Além disso, os animais melhoram a qualidade de vida de pessoas que já possuem doenças do coração.

O destaque fica para os cães, afirmam os especialistas. Isso porque pessoas que tem cachorros precisam levar os pets para passear. Um dos estudos analisados tinha mais de 5.200 adultos, e comprovou que os donos de cães fizeram mais exercícios do que aqueles que não possuem o animal. Além disso, pessoas que tinham cachorros estavam 54% mais propensos a atingir o nível recomendado de atividade física - pelo menos 90 minutos de caminhada por semana.

Animais também pode ter um efeito positivo sobre as reações do organismo ao estresse, de acordo com a American Heart Association. No entanto, eles salientam que os animais não deixam necessariamente as pessoas mais saudáveis e sim uma relação contrária, concluindo que pessoas naturalmente saudáveis são mais propensas a ter um animal de estimação - mas isso não muda o fato de que há uma forte relação entre os pets e maior qualidade de vida.

"Pet terapia" ajuda no tratamento de doenças
A Terapia Assistida por Animais (TAA) consiste em tratamentos na área da saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia o paciente a atingir os objetivos propostos para o tratamento. Segundo o adestrador José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia, nem todo animal nasceu para ser um terapeuta. "Ele precisa ser tranquilo, ter uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja", explica. Os animais mais comuns são os cães e os cavalos, que no geral tem um temperamento mais dócil. Mas gatos, jabutis, peixes, coelhos, aves, botos, cobras e aranhas também podem e são usados nesse tipo de projeto. Quando o pet pertence ao dono, um profissional especializado em TAA pode ajudá-lo a fazer a terapia em casa com o bicho de estimação.

Não há uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. "Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros", observa a psicóloga Fabiana Oliveira, do Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas (Ateac). Porém, alguns tipos de pacientes e alguns quadros clínicos têm um resultado já atestado. Confira quais são eles. 

Fonte: Minha Vida
A Escola Estadual Fúlvio Moraganti, na cidade de Ibaté, botou em prática no último sábado, 4, o projeto “Animal Saudável é o Bicho”. O projeto será apresentado todos os sábados, até o mês de dezembro.  

Esse trabalho tem o objetivo de mostrar para a população o benefício do bem-estar que um animal saudável pode proporcionar às pessoas, a idealizadora de todo esse processo é a professora Maeling C. dos Santos Rodrigues Faccio, graduada em Biologia e que em sua graduação realizou estudos relacionados a o comportamento de animais.
Para essa fase inicial do projeto foi dada uma palestra e aula-prática de Pet-Terapia para os presentes que souberam da importância que um animal pode trazer para o ser humano. A palestra foi ministrada por José Luiz Dorici.
Na ocasião estiveram presentes, a coordenadora regional do PEF, Maria Olívio de Souza, Michele Simão, Roberta Coelho, do projeto APE e Damião Silva Pascolli, da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que foram conhecer de perto esse trabalho que posteriormente será publicado em uma revista escolar.
A Pet-Terapia tem como foco o bem-estar e crescimento do ser humano, através do contato homem-animal. Ela é indicada para crianças, jovens e idosos, pessoas com deficiência visual, auditivas, síndrome de Down, deficiência mental entre outros.
Essa prática tem mostrado grandes resultados ao longo dos anos, pois o carisma dos cães e outros animais que convivem em residências conquista a cada dia a simpatia de crianças, adultos e idosos que, aos poucos, perdem o medo de interagir com os animais.
Os participantes se mostraram empolgados com todo o trabalho; no local eles fizeram passeios com os cães e tiveram contato com tartarugas, gatos e pássaros. “Foi bastante produtivo e divertido e todos aprendem como os animais podem ajudar as pessoas e nós a como ajudar os animais” relata Maeling.

Fonte: Jornal 1ª Página

quarta-feira, 27 de março de 2013


No Vale, animais são treinados para sessões de exercícios de estimulação.
No Oeste, cães da Polícia Civil são utilizados nos trabalhos na APAE.

O auxílio de cães nos exercícios de fisioterapia tem colaborado para o tratamento de pacientes. Recentemente, fisioterapeutas de Itajaí, no Vale, tem usado os animais no tratamento dos pacientes. "O cachorro ajuda a diversificar as atividades, para auxiliar e melhorar os casos dos pacientes", explica a fisioterapeuta Vanessa Ghattáz.
Kevin tem nove anos e nasceu com uma deficiência neurológica, que afeta a coordenação motora dos braços e das pernas. Com o auxílio do cachorro, o menino é estimulado a fazer movimentos diferentes. "Ele ama animais, ele gosta muito", diz a mãe de Kevin, Sirlene Ewers. "Ela é legal, é carinhosa", explica Kevin.
"É uma questão lúdica, e tem comprovações científicas de que funciona", explica a bióloga Maria Paula Mellito da Silveira, bióloga da Associação Pequenos Doutores, que trabalha em parceria com a Univali.
No Oeste, cães da Polícia Civil também são utilizados em trabalhos com crianças da APAE (Foto: Divulgação/Polícia Civil)No Oeste, cães da Polícia Civil também são
utilizados em trabalhos com crianças da APAE
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Já no Oeste de Santa Catarina, a Polícia Civil está desenvolvendo um projeto semelhante junto à APAE. O projeto de Terapia Assistida por Animais é denominado Cinoterapia. Os cães trabalham como co-terapeutas no tratamento físico, psíquico e emocional dos pacientes, sendo utilizado como instrumento de estimulação essencial para os órgãos sensoriais (visão, audição, olfato e tato), sentido cinestésico e sistema límbico, responsável pelo comportamento emocional e social.
Thor, um pastor alemão de três anos, é um dos cães que está participando dos atendimentos aos pacientes. Ele é usado durante visitas ao local, para recreação e distração das crianças, juntamente com um terapeuta e os guias.
De acordo com o Delegado Regional de Polícia e Coordenador do Canil, Carlos Augusto De Andrade Morbini,  “é muito gratificante para a Polícia Civil poder contribuir com um público tão necessitado, no caso das pessoas especiais que precisam do atendimento da APAE, além de aproximar a Polícia da sociedade e mostrar o excelente trabalho que pode ser realizado”.
Fonte: Portal G1

domingo, 10 de março de 2013


O governador Geraldo Alckmin lançou na sexta-feira, dia 8, no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), a Rede Hebe Camargo de Combate ao Câncer. Com investimento de R$ 143,5 milhões, o programa vai ampliar as unidades que oferecem tratamento do câncer e garantir o acesso rápido e de qualidade aos pacientes.

O projeto, que será implantado em no máximo 20 meses, conta com uma rede de 71 unidades integradas e uma única regulação, o que beneficiará mais de 12 mil novos pacientes por mês, como detalhou o governador. “Nós teremos todo o Estado integrado na Central de Regulação de Oncologia. Um paciente lá da ponta do Estado, na barranca do rio Paraná, vai ao serviço de saúde que comunica o atendimento à Central, que, por sua vez, verifica o serviço mais próximo e, de acordo com a complexidade do caso, o melhor trabalho. Tudo gratuito e humanizado”, afirmou Alckmin.

A outra novidade é que todos os hospitais receberão os mesmos protocolos de atendimento, unificando e padronizando ainda mais o tratamento.

Para a implantação da rede foram necessários dois anos de estudos para a realização do mapeamento do câncer em todo o Estado. Um Comitê de Oncologia, coordenado pelo Icesp e com a participação de 14 unidades referência no atendimento oncológico, teve a missão de levantar e apontar as principais necessidades, montando os planos de melhorias e expansão dos serviços oncológicos.

Das 71 instituições (estaduais, municipais e filantrópicas) que farão parte do Programa, 13 receberão ampliações e adequações em seus serviços. As outras 58 estão funcionando dentro dos padrões e serão qualificadas pela Rede, recebendo os mesmos protocolos de atendimento ao paciente com câncer oferecidos pelo Icesp.

REGULAÇÃO – Um ponto fundamental do projeto é a criação de uma Central de Regulação Oncológica, que fará o monitoramento e o gerenciamento dos serviços da Rede, encaminhando o paciente para a unidade mais próxima de sua residência. Isso será feito de acordo com a complexidade e necessidade dos casos.

O novo setor será composto por médicos, enfermeiros, assistentes sociais e administrativos. Inicialmente, a meta é regular 1,2 mil pacientes por mês. Até o final de 2014, quando a Rede estiver 100% implantada, o serviço irá aumentar em 1.000% o número de novos pacientes regulados no Estado.

IMPLANTAÇÃO – A Rede Hebe Camargo de Combate ao Câncer será implantada em três etapas distintas e simultâneas: adequação estrutural dos serviços, qualificação das unidades participantes e expansão da Central de Regulação. Além disso, o projeto Caminhos na Rede, idealizado para integrar o programa, levará atendimento humanizado para todos os pacientes com câncer, promovendo o acolhimento e a ética no cuidado em todos os níveis de atendimento, deslocamento e tratamento, colaborando com a melhoria do paciente.

Cidades que terão implantação ou adequação: Araçatuba; Barretos; Catanduva; Guarulhos; Itapeva; Jales; Mogi das Cruzes; Osasco; Presidente Prudente; Santos; São Paulo e Sorocaba.

Fonte: O Regional

Ana Carolina Peliz

Pesquisa mostra os benefícios da convivência com cães domésticos.
REUTERS/Rebecca Cook
Animais de estimação fazem bem à saúde dos bebês. Isto é o que revela uma pesquisa publicada pela revista Pediatrics. Segundo o estudo, realizado por um grupo de pesquisadores finlandeses do hospital universitário de Kuopio, o contato com animais domésticos, principalmente cachorros, ajuda a fortalecer o sistema imunológico de crianças pequenas.

Os cientistas observaram o primeiro ano de vida de cerca de 400 crianças. Os que tinham contato com animais de estimação eram quase 30% mais resistentes e desenvolviam menos problemas respiratórios. Além disso, as crianças tinham, em média, menos necessidade de recorrer ao uso de antibióticos. O estudo mostrou também que a proteção é maior quando o cachorro fica dentro de casa durante pelo menos seis horas por dia e que diminui se o animal fica preso do lado de fora.

A hipótese da pesquisa era que o contato com os animais poderia ajudar a amadurecer o sistema imunológico, levando a reações mais eficazes e a períodos de infecção mais curtos. A situação foi confirmada mesmo depois que os pesquisadores consideraram outros fatores que aumentam os riscos de infecção como frequentar uma creche, conviver com fumantes, ter pais asmáticos, entre outros.

Segundo o imunologista Jean François Bach, da Academia Francesa de Ciências, os animais carregam germes e bactérias que não são malignos para os pequenos, ao contrário, ajudam a torná-los mais resistentes a alergias, mas também a outras doenças. Mas de acordo com o especialista, a principal contribuição desta pesquisa é o fato de ajudar a relativizar a noção de higiene.

Fonte: RFI

A tênue linha entre o que faz bem e o que faz mal

A relação entre o homem e os animais é extremamente positiva, trazendo benefícios maravilhosos para ambos, mas pode causar dependência.
O lado positivo desta relação baseia-se na companhia, na diversão, na redução de tensão e também o animal atua como facilitador social, agregando pessoas, diminuindo assim o isolamento de indivíduos, especialmente nas grandes cidades, em que as relações sociais encontram-se cada vez menos favoráveis entre os humanos.

No entanto, médicos e psicólogos chamam a atenção para exageros, que cada vez mais são comuns nesta relação.

Estes exageros levam à dependência do proprietário para com o seu animal, ou seja, o animal vira o centro da vida da pessoa e seus desejos passam a ser prioridades. Muitas vezes as pessoas se isolam, negando-se a se relacionar com outros seres humanos em função de uma desconfiança doentia, acreditando que ninguém mais é digno de confiança; apenas o animal o é.
Normalmente são pessoas que de alguma forma passaram por decepções ou grandes frustrações na vida.  Existe até aquela máxima muito comum que ouvirmos em nossos consultórios, que é “Quanto mais eu conheço do homem, mais eu gosto do cão.”

Alguns indivíduos que estreitam muito esta relação com os seus animais de estimação, especialmente cães e gatos, apresentam a famosa ansiedade de separação, ou seja, são pessoas que inclusive já apresentavam uma predisposição à dependência ou dificuldade de relacionamentos e por isto apresentam grande dificuldade de separar-se do seu bicho, mesmo por pouco tempo, logo dificilmente viajam, passeiam ou têm uma vida social ativa.

Do ponto de vista dos médicos veterinários esta relação antes mesmo de ser danosa para o próprio proprietário, já o é para o animal há muito tempo. Normalmente são animais mimados, inseguros, humanizados, que já apresentam sintomas ou características de personalidade dos seus donos.
Normalmente quando adoecem são de difícil tratamento, apresentam personalidades muito próprias e definidas, não se submetendo mais a nenhuma regra que sem sucesso seu dono o tenta impor. Podem inclusive perder parte de suas atitudes instintivas, obviamente em função do afastamento de sua própria natureza.

Por isto, o bom senso deve sempre prevalecer em quaisquer relações, tendo como ideal o equilíbrio das emoções, evitando-se, assim, um grande erro: tratar os animais como pessoas ou crianças.

Marcos Eduardo Fernandes é veterinário homeopata e mestre em saúde  pública pela USP - 
www.marcosfernandes.vet.br


Fonte: Revista Pequenos Cães
Uma equipe de virologistas dos Estados Unidos anunciou neste domingo (3) o primeiro caso de cura funcional da Aids, envolvendo uma criança que nasceu com o HIV transmitido pela mãe.

Não se trata de uma erradicação do vírus, mas sua presença é tão débil que o sistema imunitário do organismo está em condições de controlá-lo sem qualquer tratamento antirretroviral, explicaram os pesquisadores.


A única cura total da Aids oficialmente reconhecida ocorreu com o americanoTimothy Brown, conhecido como o paciente de Berlim, declarado livre do HIV após realizar um transplante de médula óssea de um doador que apresentava uma mutação genética rara que impede o vírus de penetrar na células.

O transplante visava salvar Brown de uma leucemia.
A criança em questão, que mantém o HIV sob controle, recebeu antirretrovirais menos de 30 horas após seu nascimento. Durante a gestação, a mãe não foi tratada contra a Aids.

O tratamento precoce explica sua cura funcional, ao bloquear a formação de reservas de vírus dificilmente tratáveis, assinalaram os pesquisadores na 20ª Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI), realizada neste final de semana em Atlanta, Geórgia.
Estas células contaminadas "adormecidas" relançam a infecção na maior parte das pessoas soropostivas semanas após a suspensão do tratamento com antirretrovirais.
Fonte: AFP

Grupo de farejadores dos bombeiros faz 15 anos com 11 cachorros treinados para achar vítimas de tragédias - como o pedestre que morreu na Liberdade

Daniel Teixeira/AE
Edison Veiga - O Estado de S.Paulo
Eles não têm medo. Reviram escombros, enfrentam deslizamentos de terra e, muitas vezes, são os primeiros a encontrar mortos e feridos. Com treinamento constante, os cães farejadores do Corpo de Bombeiros de São Paulo já entraram em operação 23 vezes neste ano - a última foi no dia 28, após a fachada de um antigo bar desabar e matar um pedestre na Avenida Liberdade, no centro.
Os chamados cães de salvamento começaram a ser usados pelos bombeiros paulistas há exatos 15 anos. "Mas eram esforços pontuais, iniciativas de alguns colegas que gostavam de animais e entendiam a importância da criação de um serviço como esse", explica o tenente Robson Mitsuo Guenca, comandante do grupamento do Ipiranga, na zona sul, que abriga os cães.
Esse cenário começou a mudar em 2007, quando uma cratera nas obras da Estação Pinheiros do Metrô deixou famosas as cadelas Dara e Anny. Elas eram as únicas farejadoras dos bombeiros em atividade na época. A dupla encontrou os corpos das sete vítimas sob toneladas de escombros. Hoje, há 11 cães treinados na corporação.
"Atualmente, há uma postura institucional de reconhecimento dessa atividade", compara Guenca. E isso não se resume ao aumento do contingente. "Tudo evoluiu. No começo, a gente treinava os cães com base no que aprendíamos em livros e na internet. Agora, fazemos cursos e somos enviados para outros países para compartilhar experiências", diz o sargento Marcelo Garcia Dias, que atua com os cães-bombeiros desde a criação do serviço, em 1998.
Na política de melhorar as condições de trabalho dos cães-bombeiros, os animais ganharam, há poucos meses, um canil mais espaçoso e bem estruturado. Ali, nas baias, estão os 11 heróis na ativa: Sam, Hanna, Beck, Cacau, Hachi, Milka, Gugol, Leda, Vasty, Nuri e Jade.
Em breve, a corporação pretende aumentar também o escopo de trabalho desse esquadrão canino. "Vamos começar a treiná-los para resgate na água", adianta Guenca. A ideia é sair com os animais em barcos para busca em rios, quando há corpos de vítimas de afogamento.
Outra mudança está no processo de aquisição. Até três anos atrás, os animais eram recebidos em doação. Mas a regra mudou: agora são comprados - e muito bem escolhidos. Cada filhote custa cerca de R$ 2,5 mil. As raças mais adequadas, por causa do tamanho, do temperamento e do formato do focinho, são pastor belga, labrador, pastor alemão e golden retriever.
Mas a maioria não consegue nem passar pelo treinamento, que dura cerca de um ano e meio. Por isso, os cães comprados vêm com garantia. "Já é combinado com os criadores. Se ele não se adaptar à rotina, pode ser trocado em até 18 meses", conta Dias. Dos últimos seis adquiridos, quatro precisaram ser devolvidos.
O treinamento é feito na área aberta da própria sede do grupamento. Um voluntário se esconde e o cão é incentivado a encontrá-lo. "No início, usávamos um produto que simulava odores de suor e sangue, por exemplo. Mas depois aprendemos que dessa maneira o resultado é mais efetivo", comenta Dias. Quando o cão cumpre a missão, precisa ser recompensado. Não com comida (o que poderia atrapalhar uma operação de resgate), mas com uma brincadeira. "Varia de animal para animal. Alguns preferem uma bolinha, outros gostam de um pedaço de pano."
Apesar de o treinamento ser versátil, alguns cães são mais aptos a determinadas tarefas. "Alguns têm mais facilidade para procurar na mata fechada, outros se destacam por boas performances em soterramento", conta Dias. O importante é que o cão seja dócil (não pode querer morder a vítima) e curioso. E não estranhe o tumulto de grandes aglomerações.
Futuro. Outro plano é criar os próprios cães. "Sabemos do peso genético. Bons cães farejadores tendem a produzir proles melhores. Podemos criar uma bela linhagem", vislumbra o comandante.

Evento será realizado na próxima quarta-feira (13), em Campo Grande.
Entidade contesta procedimento como única forma de controle da doença.



Uma audiência pública sobre a política de combate à leishmaniose no Brasil será realizada, na próxima quarta-feira (13), às 14h (de MS), na sede da Justiça Federal em Campo Grande. O evento é organizado pela Sociedade de Proteção e Bem-Estar Animal “Abrigo dos Bichos”.

Segundo a entidade, a audiência terá exposição de argumentos contra a eutanásia de cães como única política pública de controle da leishmaniose visceral e também de sugestões de medidas mais éticas e rígidas na abordagem da população nas casas.

O Abrigo dos Bichos move ação na Justiça contra a prefeitura de Campo Grande, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e a União para impedir a eutanásia dos animais. Conforme a associação, os exames feitos no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) são testes não conclusivos, que levam ao sacrifício animais sadios e falso positivos. Além disso, a entidade alega que não há comprovação de que o cão esteja relacionado à transmissão da leishmaniose para o ser humano.

Outros itens da ação judicial devem ser discutidos, como mudança nos procedimentos dos fiscais da Vigilância Sanitária, autorização ou não de coleta de sangue do animal por parte do proprietário, entrega de resultados com protocolo e direito à exame de contraprova custeado pelo poder público.

O endereço da Justiça Federal em Campo Grande é rua Delegado Carlos Roberto Bastos de Oliveira, 128, Parque dos Poderes.

Portal G1

Um cão no País de Gales que perdeu a visão é agora guiado por outro cão para se deslocar.

O Eddie, um labrador preto, deixou de conseguir ver, e agora Milo, arraçado de terrier, está encarregado de o conduzir pela rua.
O par é «inseparável», afirmou a dona, Angie Baker-Stedham, de 45 anos. «O Milo ajuda-me a ir buscar o Eddie quando eu o chamo», disse. «O Milo gosta realmente do Eddie, ele sempre lambe a sua cara, dormem no mesmo quarto, e passam o tempo todo juntos».
A senhora Baker-Stedham é mãe de acolhimento de três crianças, e nos últimos nove anos acolheu outros 61 meninos.


O cão Milo, de seis anos, ajudou-a a criar um ambiente caseiro para a sua família na sua casa em Cardiff, explicou.
As crianças ficaram acostumadas a ouvir o guizo do animal. «Ele usa o guizo na coleira, de modo que o Eddie pode segui-lo se ele se afastar e ir buscá-lo».
«Antes de o Eddie ficar cego, eles costumavam brincar com os brinquedos para cão, mas agora o Eddie confia no Milo para o ajudar nas brincadeiras. Eles adoram ir para o bosque», contou a dona.
Fonte: Diário Digital

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O Boxer Billy Boy não resistiu e faleceu hoje

Instituições de proteção animal estão denunciando casos de maus tratos ocorridos na Anjo de Quatro Patas, uma casa de hospedagem para animais na zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com as entidades, dois cães morreram no local nos últimos dias.
Uma das instituições que denunciou a casa foi o Abrigo João Rosa, que enviou cães para a Anjo de Quatro Patas. Segundo a voluntária Paula Alves, um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado na 44ª DP (Inhaúma) contra a hospedaria.
A Anjo de Quatro Patas, pertencente a uma estudante de Medicina Veterinária, instala animais enviados por abrigos, que pagam pelo serviço. De acordo com Paula Alves, os protetores têm tido dificuldade para entrar em contato com a hospedaria.
Teddy continua internado lutando pela vida
"Nós começamos a perceber que havia algo errado quando ela começou a não deixar a gente ver os animais, a dar desculpas, não atender ligações. Ela só se comunicava com alguns voluntários por SMS. Os cães perderam várias consultas porque ela não deixava pegá-los nem pra levar ao médico", explica.
Segundo Paula, quatro cães do Abrigo João Rosa foram retirados da Anjo de Quatro Patas no domingo. Um deles, um boxer de cerca de 3 anos chamado Billy Bob, morreu em função dos maus tratos. "Segundo a veterinária que o atendeu, ele morreu por inanição. Amanhã teremos o atestado de óbito em mãos."
"O Billy Bob, inclusive, foi levado para a hospedagem porque tinha um problema de pele. Ele foi lá para ser tratado de forma diferenciada, para não ficar no abrigo com outros cães", diz a protetora.
Paula conta que as entidades não desconfiavam da dona da hospedagem, que foi voluntária no próprio Abrigo João Rosa. "Tínhamos plena confiança nela", diz.
A protetora afirma não ter certeza se ainda há cães hospedados na Anjo de Quatro Patas. "A gente divulgou amplamente e pediu que todos que tivessem cães lá os retirassem, mas não temos essa certeza, porque ela não deixou a gente entrar", explica Paula, que recolhe informações e comprovantes para ajudar na investigação.
O Abrigo João Rosa não é o único que acusa a hospedaria de maus tratos. A Casa Diolanda também retirou animais da Anjos de Quatro Patas depois que um dos cães, Marley, morreu. "Na última visita, Marley apresentava uma magreza sem explicação aparente, pois nos foi informado que ele se alimentava muito bem. Porém, quando pegamos seu corpinho, foi verificado que o Marley estava muito magro, muito mais magro do que da última foto que tínhamos dele. Ele estava em estado de caquexia, não tinha mais massa muscular, estava literalmente em pele e osso", escreveu a equipe do abrigo em sua página no Facebook.
Segundo a Casa Diolanda, a entidade tentou contato com a hospedaria logo após a morte de Marley, mas não teve retorno. "O retorno, quando tínhamos, era sempre agressivo, as fotos não vinham, notícias desconectadas", diz a instituição.
Fonte: Terra

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Relatos antigos de gatos com asas são bastante conhecidos, mas, no fim de 2008, a imprensa descobriu um exemplar dessa criatura vivendo tranquilamente em uma província chinesa.
De acordo com os especialistas, apesar de as asas não serem prejudiciais à saúde do felino, elas são provocadas por um defeito genético ou doença dermatológica hereditária.
Animais de estimação diminuem estresse do dono, controlam pressão arterial e podem identificar câncer pelo olfato

Os animais de estimação colaboram com o bem-estar físico e emocional de seus donos. Entre os benefícios estão diminuição do estresse, aumento de atividade física e até melhora na socialização de crianças autistas. Há também algumas curiosidades: 42% das mulheres preferem ter um pet a uma vida sexual. Confira essas e outras ligações entre bichos e humanos mostradas em pesquisas pelo mundo. 

Sem estresse
Quem tem animal de estimação é menos propenso a sofrer com estresse do que quem não o possui. A pesquisa, realizada ao longo de três anos pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, na Austrália, revelou que os pets auxiliam seus donos a rirem mais, o que diminui os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumenta os níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar. Fora isso, promovem o controle da pressão sanguínea e do colesterol, além de melhorar a respiração. 

Apoio social e emocional
Animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas. Segundo uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos, os seus donos mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas quanto a que têm com seus pets. O cientista Allen McConnel disse que têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais.

Menos alergia
Muitos pais se preocupam com a possibilidade de os bebês se tornarem alérgicos a gato ou cachorro por conviver com o animal em casa. Mas, de acordo com uma pesquisa do Hospital Henry Ford, nos Estados Unidos, a exposição no primeiro ano de vida tem efeito contrário: reduz pela metade as chances. Os especialistas acreditam que a proteção esteja relacionada à maior quantidade de germes na casa. Estilos de vida muito limpos impulsionariam o aumento de alergias e asma, porque não conseguiriam despertar o sistema imunológico.

Sexo x animal de estimação
O livro Money Honey: The Power Of Capital Eroticin (em tradução livre, Dinheiro Doce: O Poder do Capital Erótico) investigou pesquisas internacionais sobre o desejo sexual e a conclusão foi que 42% das mulheres preferem ter um animal de estimação a uma vida sexual.

Autismo
Crianças autistas donas de um cão ou de um gato, por exemplo, a partir dos 5 anos, relacionam-se melhor socialmente do que aquelas que nunca tiveram um, de acordo com um levantamento do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França. 

No trabalho
Pesquisadores da Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos, constataram que cães no ambiente de trabalho podem reduzir o estresse e fazer com que o emprego seja mais satisfatório aos funcionários. Durante uma semana, os cientistas compararam os empregados que levavam seus cães para trabalhar com os que não levavam e não possuíam animais de estimação.

Gestantes saudáveis
Ter cachorro ajuda gestantes a serem mais saudáveis, segundo uma pesquisa da Universidade de Liverpool em parceria com o Centro de Pesquisas Waltham, ambos na Inglaterra. Constatou-se que, em conjunto com uma dieta saudável, caminhar com o cão pode ajudar a administrar o ganho de peso e manter a saúde durante a gravidez. As futuras mamães que possuem pets têm aproximadamente 50% mais probabilidade de atingir os 30 minutos recomendados de atividade física por dia.

Fonte: GazetaWeb